Associação dos Antigos Alunos da PUC-Rio

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ASSOCIAÇÃO DE ANTIGOS ALUNOS: POR QUE E PARA QUE?

25 de julho de 2018

A série de breves artigos que iniciamos hoje são um convite para que, mais uma vez, reflitamos juntos sobre a finalidade e objetivos da Associação de Antigos Alunos da PUC-Rio (AaA). Qual deveria ser a sua principal finalidade, quais deveriam ser os seus principais objetivos e quais seriam os meios mais adequados para alcança-los? Os Estatutos da Associação já descrevem com pormenor essa finalidade, enumerando o que os Estatutos chamam de “fins sociais” da Associação: onze deles. Não se trata de repetir aqui o que já está lá definido com muita propriedade e pormenor. Mas se trata de nos perguntar de novo, com toda liberdade e sem formalismos, o que poderia fazer hoje a PUC por seus “antigos” ou ex-alunos, e o que poderiam estes fazer pela sua “alma mater”, a Universidade que os formou.
Geralmente e até diria com muita frequência, para não dizer quase sempre, quando se pensa no que os antigos alunos podem fazer pela Universidade que os formou, se pensa em termos de doações de dinheiro ou de bens materiais, de propriedades, como um modo de “devolver”, de “ressarcir” a Universidade por tudo o que ela fez por seus antigos alunos. No caso de uma Universidade privada e filantrópica como a PUC, que não recebe ajuda financeira do Estado e que se mantem quase exclusivamente com as mensalidades dos seus alunos “pagantes”, essas doações são muito importantes, sobretudo num país como o Brasil. No nosso país ás doações para finalidades de natureza cultural podem receber um incentivo fiscal através da Lei Rouanet, mas não as doações destinadas para fins educacionais. Porém, será que a Universidade não poderia receber dos seus antigos alunos outros tipos de assistência ou ajuda que não seja material?
Quando os Estatutos falam do que a Universidade pode fazer por seus antigos alunos, enumeram uma série de ajudas que a Universidade poderia oferecer-lhes para o seu “aperfeiçoamento técnico, científico, social, cultural e espiritual”. A diversidade dessas possíveis ajudas e em áreas tão diversas, pode fazer-nos esquecer a ajuda que a Universidade pode nos oferecer para nos manter ao dia, atualizados na empresa que dirigimos ou na qual trabalhamos e da qual dependemos. Naturalmente que no caso da PUC, Universidade de inspiração cristã e católica, a principal ajuda que a Universidade poderia nos oferecer seria em áreas onde princípios de natureza ética e social estão em jogo, como seria é o caso da questão sócio-ambiental ou do desenvolvimento integral e sustentável do ser humano e da sociedade em geral.
Para concluir, repito o que sublinhava antes: O que me parece hoje mais importante é fomentarmos um diálogo, um intercâmbio entre a Universidade e seus antigos alunos, para definirmos áreas nas quais poderíamos mutuamente nos ajudar e os meios mais adequados que poderíamos empregar para garantir essa ajuda.
Francisco Ivern, S.J.

 

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